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TVI sai da CAEM, por polémicas merdições de audiências

O que hoje se lia no Correio da Manhã já deixava antever esta decisão. Pais do Amaral bem avisava que a merdição de audiências da Gfk, contratada pela CAEM sob a liderança do director-geral da SIC tinha levado a TVI a perder entre 5 e 10 milhões de euros de publicidade. A gota de água parece ser o facto de o CAEM se recusar a fazer uma auditoria às merdições, que têm sido vantajosas para o canal do Balsas. Claro está que a TVI não diz isto directamente, mas também é clara esta frase “[a CAEM] demonstrou não ter a capacidade para ser representativa de todos os interesses do mercado”…

TVI abandona CAEM

“A CAEM deixou de estar em condições para ser um instrumento de autorregulação deste mercado”, afirma a TVI

A TVI decidiu hoje abandonar a CAEM. “A o ignorar os pedidos da TVI e da RTP de realização de uma auditoria final ao funcionamento do serviço de audimetria prestado pela GfK, (a CAEM) actuou de uma forma contrária à prossecução do seu fim social, conforme delimitado pelos respetivos estatutos e demonstrou não ter a capacidade para ser representativa de todos os interesses do mercado”, justifica a estação da Media Capital.

Esta decisão surge após o órgão que junta as agências, operadores e anunciantes ter decidido, no final de Abril, recusar o recurso os pedidos de auditoria da TVI e da RTP sobre o sistema de medição de audiências que entrou em vigor em Março de 2012.

“A CAEM deixou de estar em condições para ser um instrumento de autorregulação deste mercado”, afirma a TVI. A estação lembra que ao recusar este pedido de auditoria a CAEM recusa atender ao pedido de duas estações que, em conjunto, representam “a maioria das audiências televisivas em Portugal, metade do valor do mercado de publicidade em televisão e suportam 44.5% do custo total do serviço a auditar”.

O custo da auditoria seria suportado apenas pelas duas estações

Esta decisão foi tomada um dia antes de a presidência da Comissão de Análise e Estudos de Meios ser assumida por António Casanova, vice-presidente da APAN, em representação da Unilever-Jerónimo Martins e será certamente um dos temas a discutir na assembleia-geral de amanhã.

Dinheiro a quanto obrigas…

Retomo aqui um post publicado no seu Facebook por Eduardo Cintra Torres e que subscrevo destacando a enorme gravidade desta história. Não acho é que da Impresa possam vir quaisquer explicações sem que elas antes não passem por um qualquer lápis azul.

Eduardo Cintra Torres

O grupo Impresa (Expresso, Exame) tem a obrigação estrita de dar a sua versão dos factos narrados por esta ex-jornalista do grupo. Se não o fizer, ficará o relato da jornalista de como se faz censura hoje, neste caso por causa de interesses económicos. É patético que isto aconteça quando a SIC, da Impresa, apresentou esta madrugada de 25 de Abril um excelente telefilme sobre o Lápis Azul em 1973-4, passado nos Serviços de Censura. É também interessante a intervenção do chamado Conselho “Deontológico” do Sindicato dos Jornalistas: avaliando pelo relato, uma vergonha (caso frequente no que aos “deontólogos” sindicais diz respeito).
O relato de Marisa Moura está no seu blogue, aqui:
http://perguntasinofensivas.blogspot.fr/2013/04/testemunho-de-uma-jornalista-que-teve.html

Perguntas inOfensivas

Perguntar ofende? O ditado diz que não, mas a experiência confirma que sim. Seja como for, eu cá pergunto. Continuo na chamada Idade dos Porquês, típica dos 4-7 anos de idade. Freud,saberias explicar isto?

Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

Testemunho de uma jornalista que teve de despedir-se por causa do Barclays, e não só.

Até que ponto os banqueiros teriam sido tão desonestos se os jornalistas não colaborassem conscientemente com essa desonestidade? Sublinho: conscientemente.
A resposta à pergunta pode passar por esta outra questão: Qual a relação entre os actuais escândalos Barclays, as listas das Melhores Empresas para Trabalhar da Exame, uma certa entrevista no Expresso e a “resignação” de uma jornalista agora precária?
Sou a pessoa indicada para responder. Sou a tal jornalista que se viu obrigada a “resignar”, para não alimentar desonestidades que, pelo contrário, combate, desde criança.
A história deu-se em 2010 e ilustra bem a hipocrisia dos directores dos jornais que hoje noticiam alguns escândalos do Barclays, seja a manipulação das taxas em Inglaterra, seja a concertação aqui em Portugal, que acaba de levar à suspensão do presidente do banco Peter Mottek e três administradores, por denúncia da própria sede inglesa. E refiro-me, em concreto, ao Expresso.
Síntese: Em fevereiro de 2010 é publicada na revista Exame mais uma lista anual das Melhores Empresas para Trabalhar, a edição mais vendida do ano. Eu trabalho nessa revista e no Expresso em simultâneo, ambos do grupo Impresa de Francisco Pinto Balsemão. O Barclays surge na lista preliminar das empresas a listar, passível de chumbo após a visita do jornalista, segundo as regras do jogo. Sou eu a jornalista encarregue de fazer a triagem no Barclays. O meu relatório chumba a sua entrada na lista. A direcção da revista insiste em inclui-lo, sendo por isso suposto figurar na tal edição anual um artigo sobre as “maravilhas” de se trabalhar no Barclays.
Ok, escrevi. O texto foi este, neste link. «Reina o que os americanos resumem como ‘be the best, fuck the rest’» foi uma citação polémica num artigo que, todo ele, destoava da cor-de-rosa dominante da edição (curiosamente, anos depois, essa “cultura” interna do Barclays, haveria de ser notícia internacional).
Não sei se algum director da Exame terá lido o meu artigo antes de ele ser publicado. Só sei que saiu como o escrevi e que assim que saiu fui logo informada que havia conversas entre o Barclays e a administração do grupo Impresa. Foram também chamados “à recepção” a então directora da Exame, Isabel Canha, e o então director do Expresso, Henrique Monteiro, que era também o publisher responsável pela área editorial do grupo que incluía ambas as publicações.
Recebi chamadas de pessoas que me contaram casos graves sobre o Barclays. Muito graves, tão graves que ninguém quis arriscar a sua pele(incluindo vítimas directas) e eu sozinha não faço milagres tais como fazer aparecer documentos de prova nas minhas mãos. Entretanto a coisa parecia ter acalmado quando eis que…
Factos seguintes: Uma entrevista ao presidente do Barclays é publicada no Expresso quatro meses depois, em Junho de 2010. A tarefa de realizar essa entrevista é atribuída a um jornalista por um membro da direcção, durante a ausência para férias do honestíssimo editor de economia daquele jornal. Título: «A ambição de estar entre os primeiros» Conteúdo: é ver aqui, e tirar as conclusões.
Qualquer nodoazita negra que uma publicação provoque num anunciante ou credor, logo se promete um hirudoidezinho noutra do mesmo grupo. Assim se protegem bandidos e pior, se os eleva ao pedestal de bem-feitores. Assim se minam as democracias, e a humanidade. Simpatia a simpatia.Isto é só um pequeno episódio entre os muitos diários que toda a gente acha normal, incluindo o próprio sindicato de jornalistas.

E foi “só” por isso que me despedi? Não. Fui por muito, mas muito mais. E a gota de água, em Dezembro desse mesmo ano de 2010, foi esta, com um outro banco: o BCP.

Aí a direcção da Exame ultrapassou todos os limites éticos e legais e, qual lápis azul salazarista, pura e simplesmente retirou-me de um artigo, sem qualquer consulta ou “razão atendível”, uma frase até meio inócua que dizia, a propósito de uma nova directiva europeia: «Todos terão de prestar mais contas, inclusive fundos de pensões como o do Millennium BCP, onde a antiga administração liderada por Jorge Jardim Gonçalves (já condenada) tentou esconder 593 milhões de euros de prejuízos do banco». E uma outra parte sobre o stress, ainda mais inócua [sublinhado a amarelo no pdf do artigo, os sítios donde foi sacado texto]. Alega que não pôde consultar-me porque eu estava de férias (as férias, outra vez…). Sendo que as minhas férias eram de um ou dois dias, super-contactável, para afazeres académicos.
Tudo isto após eu ter tido problemas com o BCP em 2005 e o grupo Impresa já ter visto, em 2004, o BES cortar-lhe a publicidade, bem como anteriormente o próprio BCP tinha feito em 2000/01.

Pérola final: apresentei queixa ao sindicato dos jornalistas sobre a tal censura salazarista. Sabem qual foi o peregrino parecer deontológico? Este aqui.Destaco a conclusão final:

«(…)também porque os dois parágrafos retirados foram substituídos por outros que constavam do texto original da autora, não é possível ao CD concluir de forma inequívoca ter-se tratado de um acto de censura.» Ou seja: se escrever meio texto mais positivo, e a última metade mais negativa, e me cortarem a última metade toda, repaginando o texto, já não é censura porque não ficou nenhum buraco em branco e todo o texto publicado é de autoria da mesma pessoa.

Despedi-me, por impulso, sem sequer ter tido o discernimento de me despedir por justa-causa. Despedi-me com um saláriozeco no bolso e sem direito a qualquer subsídio. Hoje sou precária, mas honrada e melhor ainda: mais feliz e saudável. Mas, se preferia à partida ser precária? Não, não preferia. Preferia poder exercer livremente o meu trabalho sem pressões dos meus próprios directores, como seria suposto acontecer numa democracia.

Banqueiros, políticos, jornalistas… Qual deles a pior escumalha?

Publicada por à(s) 17:24

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O grupo Impresa (Expresso, Exame) tem a obrigação estrita de dar a sua versão dos factos narrados por esta ex-jornalista do grupo. Se não o fizer, ficará o relato da jornalista de como se faz censura hoje, neste caso por causa de interesses económicos. É patético que isto aconteça quando a SIC, da Impresa, apresentou esta madrugada de 25 de Abril um excelente telefilme sobre o Lápis Azul em 1973-4, passado nos Serviços de Censura. É também interessante a intervenção do chamado Conselho “Deontológico” do Sindicato dos Jornalistas: avaliando pelo relato, uma vergonha (caso frequente no que aos “deontólogos” sindicais diz respeito).
O relato de Marisa Moura está no seu blogue, aqui:
http://perguntasinofensivas.blogspot.fr/2013/04/testemunho-de-uma-jornalista-que-teve.html

Perguntas inOfensivas: Testemunho de uma jornalista que teve de despedir-se por causa do Barclays, e

perguntasinofensivas.blogspot.com

Perguntar ofende? O ditado diz que não, mas a experiência confirma que sim. Seja como for, eu cá pergunto. Continuo na chamada Idade dos Porquês, típica dos 4-7 anos de idade. Freud,saberias explicar isto?

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A lápide de Balsemão

O que dizem os seus olhos? Uma bonita pergunta que Daniel Oliveira irá colocar a Balsemão no Alta Definição

Balsemão deixou gravada numa lápide junto à exposição dedicada aos vinte anos do canal de Carnaxide esta bela frase: “Do que fiz na vida, colocaria como fio condutor e como objetivo cimeiro, exercido e conseguido de diversas maneiras, consoante as épocas e as responsabilidades, a luta pela liberdade de expressão em geral e, em especial, pelo direito a informar e a ser informado”.

Como se não sobrassem outros exemplos, deixo aqui este esclarecedor para fazer o contraditório:

Censura na SIC… Uma história de pressões, corruptos e outros passarões ou o inédito fim dos ‘Donos da Bola’, contado por quem fazia o programa desaparecido, em combate, sabe-se agora.

Toca a Mexer pesa quase metade da Casa dos Segredos

Bárbara Guimarães só conseguiu um nono lugar na estreia

As aparências iludem, por isso, para quem pensasse o contrário, fica a certeza que o Toca a Mexer da SIC pesa cerca de metade da Casa dos Segredos da TVI… nas audiências…

O programa da TVI teve pouco mais de 761 mil espectadores,  com larga vantagem para Queluz que cconquistou um milhão e 357 mil espectadores. Ainda assim, menos meio milhão de pessoas do que na estreia.

Crespo: “Passou mais um dia e a RTP custou mais um milhão de euros”

Mário Crespo (o tal que partilha uma ligação curiosa com o patrão Balsas) anda muito inspirado quando encerra o ‘Jornal de 9’ da SIC Notícias, com a RTP a ser fonte da inspiração. A Comissão de Trabalhadores da estação pública, não gostou de tanta inspiração – e será que Balsemão, defensor-mor do serviço público (que o safa de ter concorrência) terá gostado? – e apresentou uma queixa, quer do jornalista, quer da SIC, ao Sindicato dos Jornalistas, por Crespo estar a promover uma “campanha de difamação”.

“Passou mais um dia e a RTP custou mais um milhão de euros” foi uma das frases lançadas por Crespo, entre várias outras que, para a Comissão de Trabalhadores da RTP, são “um apelo ao linchamento moral que a calúnia mil vezes repetida produz sobre pessoas pouco informadas”. Além disso, sobre o nilhão, a Comissão diz ter “uma interminável bateria de provas, insofismáveis, sobre a falsidade do número infamante”. Pois neste caso que as mostre, caso contrário mantemos todos a ideia de que  “Passou mais um dia e a RTP custou mais um milhão de euros”…

SIC e TVI perdem com TV do Correio da Manhã

O canal cabo da Cofina, a lançar em Março, já foi buscar reforços para as áreas de produção e realização na SIC e na TVI

Tiago Brochado, que era realizador da SIC, especializado na transmissão de festivais de música e jogos de futebol, fica responsável pla coordenação da realização, enquanto o novo  coordenador de produção e emissão da CM TV será Pedro Mourato, deixando o cargo de coordenador de produção da TVI.

Portugueses pagam 220M para RTP dar lucro de 20M

Anda aí muito boa gente a usar o belo argumento de que a RTP vai dar lucro em 2013 e que por isso não devia ser privatizada. Ontem na SIC ouvia isso mesmo. Um curioso caso de termos um concorrente a elogiar os lucros de outro concorrente e defendê-lo como se a sua vida dependesse disso… Mas, compreende-se, depende mesmo. Porque a RTP não é para a SIC um concorrente é antes, à falta de capacidade para gerir em concorrência, uma garantia de sobrevivência paga pelos contribuintes que pagam também os tais lucros da RTP.

A RTP conta dar “lucro” de 20M de euros, mas para o ter os contribuintes vão lá colocar 80 milhões de euros de indemnização compensatória, a que se somam 140 milhões de euros da taxa do audiovisual que todos os portugueses pagam na factura da electricidade. Ou seja, os portugueses pagam 220 milhões de euros para a RTP dar um lucro de 20 milhões de euros e ainda ter uma dívida de 95 milhões de euros…

E, assim, com 220 milhões pagos por todos nós assegura-se um mercado fechado de televisão, onde falta pluralidade, que só serve os interesses das privadas já instaladas, que não sabem viver em concorrência, a verdadeira democracia dos mercados.

 

Sai uma fatia da taxa audiovisual para Balsemão…

O MERDiA sabe que o cenário avançado para a RTP por António Borges já está a fazer mexer os bastidores merdiáticos  para conseguir sacar para SIC e TVI muito dinheiro aos contribuintes. Está já em curso uma manobra destinada a pôr uma série de amigos a dizer que o dinheiro da taxa deveria ser repartido pelas três estações…

Seria uma excelente ideia para Balsemão, uma péssima ideia para os contribuintes que assim pagariam a má gestão da Impresa com os seus impostos, por esta ser actualmente  incapaz de viver em real concorrência.

Já é por demais evidente o papel de Balsemão em toda a novela  que se tem instalado à volta da RTP e, por isso mesmo, são já muitos os que insurgem contra o desempenho desta personagem. O Insurgente, até pelo nome, é disto um excelente exemplo, numa prosa bem enquadrada pela foto oficial de Balsas que aqui tantas vezes reproduzo:

Um fellatio a Balsemão

Filed under: Media,Política,Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 11:10 

O homem que se vangloriou em tempos de produzir Presidentes da República ganhou outra vez: não só cada família portuguesa continuará a pagar 56 euros por ano para que a RTP não faça concorrência no mercado de publicidade à SIC e à RTP, como o estado abdicará do encaixe financeiro com a venda do segundo canal para não irritar os senhores dos mídia. Muito provavelmente, o novo canal gerido por privados será um misto de RTP1 e RTP2, fazendo ainda menos concorrência à SIC e TVI, permitindo-lhes absover ainda mais receitas de publicidade. Uma grande vitória para donos desses canais com os derrotados do costume: os contribuintes.
A avalanche de notícias sobre o Ministro Relvas (que, ficamos a saber agora, não é só um espertalhão que actua nos limites da legalidade, mas também um covarde incompetente) provavelmente parará agora. Quando os partidos não são capazes de escolher pessoas acima de qualquer suspeita para gerir dossiers importantes, colocando-os à mercê dos interesses dos tubarões da imprensa, sabemos que a democracia tem um grande problema. Quando nos apercebemos que é Balsemão, que ninguém elegeu, quem tem a última palavra sobre políticas governamentais, sabemos que já não vivemos em democracia.

Impresa sem dinheiro para caprichos de Balsemão

A saída de Balsemão da liderança executiva da Impresa, passando o fardo a Pedro Norton, é manobra que não esconde a má gestão feita por Balsas de um grupo cada vez mais de merdia… Os sinais são vários e este é só mais um bom indicador da desgraça em Carnaxide.

Em 2009, Balsemão anunciava, com toda a pompa er circunstância, concentração de todos os  órgãos de comunicação social num único edifício. Era a decisão mais racional e económica… Hoje tornou-se a mais irracional e dispendiosa…

Por isso o grupo já não vai concentrar num único edifício os seus merdia, e a culpa, claro está não é da má gestão, mas da crise que, já se sabe, tem costas largas e serve para desculpar e braquear tudo o que tem na raiz incompetência. “A Impresa decidiu adiar a construção de um edifício-sede comum ao grupo. Foi uma decisão de gestão decorrente do atual momento económico do País e, em particular, do sector dos media, no qual a queda do investimento publicitário já supera os 20% este ano”, respondeu há tempos ao DN, através de comunicado, fonte oficial da Impresa.

Entreatanto, apesar das dificuldades que obrigaram a cortes de salários e despedimentos, lá se encomendaram  projetos à Nuno Leónidas Arquitetos – um de reformulação da entrada da SIC e outro da nova sede Impresa. Ambos sem verem a luz do dia, mas que nem por isso deixaram de representar custos. Tudo porque eram um desejo de Balsemão.

E assim, de capricho em capricho, do patrão Balsas,  lá foi aumentando o buraco da Impresa.

 

Impresa solidária com RTP…

O “Manifesto contra a privatização da RTP” está assinado por colaboradores do Grupo Impresa. O dito começou, aliás, por ser publicado no semanário “Expresso” (será a sede do movimento?).

Que bonita é a solidariedade da Impresa com a sua “concorrente passiva” (mais do que passiva no que a finanças diz respeito, dirão os contribuintes). Não tarda Balsemão e Mercedes lançam uma campanha da SIC Esperança para salvar a RTP… de se tornar uma séria concorrente da SIC…