Balsemão compensa saudades do Apartheid

O sempre mordaz Jornal de Angola dedicou um dos seus cartoon diários ao jornalista da SIC Mário Crespo, vestindo-o com uma gravata com o símbolo nazi e fazendo uma alusão ao boss, a Balsemão.

Este último não comenta… Porque para comentar tem o Expresso, o maior irresponsável por toda esta bronca com Angola, e que tem ultrapassado em muito aquilo que um mérdia minimamente sério pode e deve fazer: servir o jornalismo, ao invés de se servir dele para lançar ataques dirigidos, com informações seleccionadas, como no caso dos das 26 altas figuras portuguesas que não referiu quando lançou na praça pública, com violação do segredo de justiça, o nome das figuras angolanas investigadas.  Um facto que está no centro da irritação do presidente de Angola, como há dias revelava o DN em manchete.

Na imagem um jornalista questiona Crespo, com gravata vermelha e símbolo nazi lá colocado, sobre se tem saudades do Apartheid, e este responde: “não, amigo, agora sou pago por Balsemão”… Ou seja, parece que Balsemão conpensa as saudades do Apartheid.

Talvez a ligação de Crespo e Balsemão que aqui revelei em tempos ajude um pouco a contextualizar esta ideia que o Jornal de Angola faz de ambos:

Balsemão e Crespo: Muito mais forte é o que os une… a Kaúlza de Arriaga

 

 

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