O Nextpower do LPM e seus convivas

Um exemplo claro do modo escandaloso como se fazem bons negócios em Portugal à custa dos nossos impostos. Este caso denunciado num comentário colocado no blogue Insurgente, além de revelar que o bolo das contribuições públicas é mais que suficiente para alimentar várias bocas concorrentes ao mesmo tempo (veja-se o convívio salutar de 3 grandes agências de comunicação que não se importam de comer do mesmo prato em Gaia) , mostra como se mexem  estes estrategas da comunicação, e como o poder político usa o dinheiro dos outros.

Maio 14, 2013

A propósito da Nextpower e das camapanhas autárquicas do Porto e Gaia (3)

Filed under: Diversos — Miguel Noronha @ 18:02

Comentário de ACV7368764 no post “Quem paga as campanhas do PSD em Gaia e no Porto?”

Se vir os documentos acima [nota: aqui e aqui], conclui que a nextpower é uma empresa propriedade da Boston e do senhor Moita de Deus. A Boston é de outra empresa que é de outra empresa que é de outra empresa. Todas são da LPM, ou seja, do senhor Luís Paixão Martins ou do seu filho. A F5 Consulting é a empresa de um conhecido comunicador chamado Tocha (pode ler melhor aqui no Público quem é)  Por fim, a Cunha Vaz é outra empresa de um senhor chamado Cunha VAZ. São todas de Lisboa e as três maiores agências do país. Todas estão a trabalhar para Menezes. É público e notório. Quem paga é a Câmara de Gaia através das mais diversas empresas. A Nextpower mudou-se recentemente (ver documento acima nos comentários) para Gaia (vá-se lá saber porquê!!!). Se procurarem bem, vão achar inúmeros ajustes directos (qq pessoa o pode fazer, é público) destas empresas nas empresas e câmara de gaia. Não são milhares, são centenas de milhares de euros, no seu conjunto. Além do mais, os ajustes da Nextpower e da Boston são ilegais, uma vez que a Boston é dona da Nextpower (ver acima outra vez), o que a deveria impedir de ser adjudicada pelo mesmo serviço. Outra coisa, eu que não percebo nada de jornalismo, vejam o que foi adjudicado: “A execução do plano de comunicação de 2013 inclui: a) Cobertura de, pelo menos, uma actividade por semana do Município; b) Cobertura de todas as conferências de imprensa do município; c) Cobertura do Porto Wine Fest; d) Cobertura das 24 horas de Karts; e) Colocação de um elemento a indicar pela Gaianima no painel de comentadores do Porto Canal, no mínimo, uma vez por mês; f) Presença do município no programa Porto Alive, de 15 em 15 dias; g) Presença no programa territórios, uma vez por semana; h) Cedência de todas as cópias de todas as transmissões acima referidas.” Ou seja, qual o papel do Portocanal no meio de tudo isto? O Portocanal vende lugares nos seus programas a troco de quê? Jornalistas, INVESTIGUEM! ISTO É UMA VERGONHA!

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