Director-adjunto do Expresso dá bronca no Facebook

O diretor adjunto do Expresso, João Vieira Pereira, está no centro de uma nova polémica que estalou no Facebook. Em causa a incompatibilidade do trabalho de jornalista com a presença na lista candidata à presidência da Federação Portuguesa de Golf, onde, em várias fontes lhe é atribuído o  “desenvolvimento da imagem e divulgação”, função claramente incompatível com o estatuto de jornalista, mas isso não importa nada num grupo de merdia onde o patrão tem no golf uma grande pancada. Balsemão é aliás, recordado, pela ridícula e incompatível atribuição da carteira de jornalista quando decidiu assumir (publicamente) há uns tempos a direcção do Expresso….

Como bem remata José David Lopes, que lançou o debate no grupo “Jornalistas” do Facebook: “tanto que o “Expresso” gosta de dar lições de ética! Mas fui confirmar, não fôsse ser má-língua do DN, e lá está. http://www.portugalgolf.pt/noticias_varios_8.htm”

O MERDiA também confirmou e está lá bem claro para quem queira ler:

E o mesmo é referido noutra fonte, o Jornal da Madeira:

Miguel Sousa na lista de Agrellos

PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA | Terça-Feira, 10 de Abril de 2012 | Por JM

Manuel Agrellos apresentou ontem o seu programa e lista para as eleições da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) para o quadriénio 2012 – 2015. O madeirense Miguel Sousa faz parte da sua equipa. Para pôr em prática o seu programa Manuel Agrellos apresenta uma equipa de peso onde a experiência e a juventude foram tidas em consideração. Da sua actual direcção fazem parte do novo projecto o madeirense Miguel de Sousa e também Júlio Mendes e José Filipe Nobre Guedes.
Gonçalo Bettencourt (alto rendimento e selecções Nacionais) e Nuno Mimosa (fomento e desenvolvimento) também integram a lista, tal como Segismundo Pinto Basto (formação) e João Vieira Pereira (desenvolvimento da imagem e divulgação).
Para a Assembleia Geral. Manuel Agrellos anunciou o nome de Álvaro Barreto para presidente, António Leite de Castro para vice-presidente e René Cordeiro para secretário.

Mas o visado desmente na sua página pessoal do Facebook…

João Vieira Pereira

Ontem

Ontem o DN terá escrito que eu ia ser o responsável pela comunicação da federação portuguesa de golfe. Queria agradecer ao DN por me tentar arranjar emprego. Obrigado. Não preciso de momento mas fica a ideia.
Aproveito para dizer que sou candidato à direção da Federação Portuguesa de Golfe na lista do Manuel Agrellos. Um cargo federativo, não remunerado, onde não irei ter qualquer pelouro relacio…nado com a comunicação.
Da última vez que eu olhei para o código deontológico começava assim “O jornalista deve relatar os factos com rigor e exatidão” para a próxima liguem-me que eu esclareço qualquer um, jornalistas mesmo que o sejam muito pouco ou nada. Principalmente o fórum de jornalistas aqui do Facebook do qual não faço parte e agora entendem-se as razões.
Ver mais

Porque o debate gerado este fim-de-semana está interessante o MERDiA não podia privar os seus leitores do mesmo. Um debate que envolveu algumas figuras ilustres do jornalismo português e até Cunha Vaz se meteu ao barulho, em defesa do jornalista no centro da polémica, o que não o livrou de comparações a “cangalheiro”…

José David Lopes

E a Comissão da Carteira dá mais uma volta na cama e continua a dormir…

GostoNão gosto · · Seguir publicaçãoNão seguir publicação · Domingo às 14:27

João Pinheiro de Almeida, Zé António França e 5 outras pessoas gostam disto.

José David Lopes E tanto que o “Expresso” gosta de dar lições de ética! Mas fui confirmar, não fôsse ser má-língua do DN, e lá está. http://www.portugalgolf.pt/noticias_varios_8.htm

Domingo às 14:29 · GostoNão gosto · 3

Humberto Costa Nada que me espante

Domingo às 14:30 · GostoNão gosto · 2

José David Lopes Também não me espanta muito, Humberto. Só o descaramento, a certeza da impunidade.

Domingo às 14:32 · GostoNão gosto · 2

Marcio Candoso Não comento… deve ser investigado, Carlos Magno e Raquel Alexandra

Domingo às 14:32 · GostoNão gosto

Humberto Costa Márcio, a ERC não tem essa incumbência nos seus estatutos, mas sim a Comissão da Carteira. E, bem vistas as coisas, o próprio Conselho de Redacção do Expresso deviam pensar no assunto.

Domingo às 14:36 · GostoNão gosto · 1

Marcio Candoso Tens razão, Humberto

Domingo às 14:48 · GostoNão gosto

Armando PiresJosé David, e achas que os míseros 40 e tal euros que a malta paga para revalidar a carteira dão para tanta trabalheira?

Domingo às 18:23 · GostoNão gosto

Carla Teixeira A minha dúvida é apenas esta: o jornalista em questão vai deixar de ser jornalista e assumir as funções de que dá conta a notícia (é que se assim for nada o impede), ou vai acumular a função de RP e assessor com a de jornalista?

Domingo às 18:57 · GostoNão gosto

Humberto Costa Não é só jornalista, é director adjunto do Expresso.

Domingo às 19:01 · GostoNão gosto · 1

Carla Teixeira Mas pretende acumular ambas as funções?

Domingo às 19:03 · GostoNão gosto

Humberto Costa Pois, não te sei responder.

Domingo às 19:15 · GostoNão gosto

António Cunha Vaz Penso que o jornalista em questão é membro da lista. Eu não sou nem tenho procuração do jornalista mas se for membro da lista … Mas os meus amigos andam distraídos. Se quiserem fazemos um jantarito no clube dos jornalistas ou um copo no procópio e falamos de fronteiras … E algumas ultrapassadas. E da inexistência real da erc, porque nao me atrevo a escrever com maiúsculas.

Domingo às 19:31 · GostoNão gosto · 3

Pedro Antunes e pronto, conversa arrumada… por favor…
só falta o cangalheiro ir discutir Medicina com os médicos para os hospitais.

“O que é a Ongoing”?

Domingo às 20:38 · GostoNão gosto · 1

José António Moreira Em Espinho a situação é bem pior. Temos o director de um jornal semanário – Jornal de Espinho – que não tem Carteira Profissional de Jornalista, nem sequer Carteira de Equiparado, como manda a CCPJ. Pior do que isso é que esse mesmo director, que não pode nem deve ser director de um orgão de comunicação social, é também vogal do executivo da Junta de Freguesia de Espinho.
O caso está na CCPJ.

Domingo às 21:06 · GostoNão gosto · 1

José David Lopes Como jornalista, António Cunha Vaz, e também como cidadão tem direito a fazer parte de uma qualquer lista. O que já é duvidoso é a forma como é apresentado — para funções de “marketing”, no fundo. Mas, como bem refere o Humberto Costa, não ficaria mal ao CR do “Expresso” pronunciar-se.

Domingo às 22:05 · GostoNão gosto · 2

António Cunha Vaz Concordo inteiramente… Mas nao sei se é intençao abandonar o jornalismo. O q seié q o Jornalista em causa é um apaixonado do golf. Sou daqueles q sempre disse e pratico q os jornalistas sao
O filtro ultimo da verdade. Qdo tive parte de uma revista, a prémio, fui duramente criticado e durante cinco anos a revista teve apenas um cliente meu na capa- qdo o Benfica foi para a bolsa-. Sendo minoritario nao fechei o projecto sem q todos tivessem a Sua vida resolvida- uns por simesmos e mais de metade por min- e por isso entristece-me ver julgamentos sem se ouvir os julgados.

Domingo às 23:16 através de telemóvel · GostoNão gosto

António Cunha Vaz Nao sei quem é o pedro antunes e se é nome verdaeiro. O
Meu é. Se quiser esclarecimentos dou-lhe pessoalmente. Mas é bom ser sério. A ongoing com todos os seus defeitos e qualidades da emprego a muitos e bons jornalistas …eu ate aceito ser um malandro mas fale c os seus colegas q ja trabalharam comigo e eles lhe dirão

Domingo às 23:19 através de telemóvel · GostoNão gosto

José David Lopes O jornalista ser apaixonado pelo golfe é natural. Alguns dos meus antigos camaradas de Redacção também o são. Mas uma coisa é certa, António Cunha Vaz, existe uma coisa chamada Código Deontológico dos Jornalistas que define incompatibilidades. E esta é uma delas. Ninguém está a julgar ninguém, é de factos que se trata.

Domingo às 23:23 · GostoNão gosto · 1

António Cunha Vaz Rendo me aos argumentos. A liberdade de expressao q os da minha geracao ja beneficiaram pressupoe ética e respeito pela diversidade de opiniao. O único problema sao os pedros antunes da vida. Mas os caes ladram… Espero q tudo se esclareça porque ha tanta gente a despedir tanta gente e ,sinceramente, o bom jornalismo faz falta

Domingo às 23:42 através de telemóvel · GostoNão gosto · 1

Pedro AntunesAntónio Cunha Vaz não sou ninguém que o possa interessar 🙂

a referência à Ongoing não tinha a ver consigo.
só a frase anterior.

Domingo às 23:42 · GostoNão gosto

António Cunha Vaz Agradeco o esclarecimento qdo quiser alguma explicacao da minha parte ê so dizer. Mas sabe q ninguem respeita mais os jornalistas q eu. E a v liberdade so voltará totalmente qdo voltarem a ser os donos dos jornais em q escrevem.

Domingo às 23:46 através de telemóvel · GostoNão gosto · 3

Pedro Antunes Os jornalistas só precisam de ser donos da sua liberdade e daquilo que escrevem 🙂
um bom jornalista há-de ser sempre um mau gestor.

Domingo às 23:48 · GostoNão gosto

António Cunha Vaz Concordo consigo q um jornalista nao deve ser gestor mas ha patroes e patroes … E neste momento…

Ontem às 0:01 através de telemóvel · GostoNão gosto

Pedro Antunes ah sim, sem dúvida.
Uma grande vassourada em certos patrões, editores e outros distraídos que pensam serem jornalistas. Era crucial 🙂

Ontem às 0:02 · GostoNão gosto · 1

Humberto Costa Caros amigos e camaradas, entrei tarde neste debate que me parece importante e oportuno, mais uma vez suscitado por um camarada que prezo muito. Aprendi muito com ele no DN, às vezes no entretanto de uma conversa mole. Já agora, e apenas de passagem, dizer que um grupo de debate sobre jornalismo é, bem vistas as coisas, um debate sobre, designadamente, liberdade de expressão, condições em quea profissão é exercida e, nesse contexto, não conheço ninguém que possa ficar de fora desse debate, mas adiante. Não me estranha a distracção da Comissão da Carteira porque, se bem me lembro, o presidente da comissão da carteira fez questão de ir entregar a carteira profissional a Francisco Balsemão numa altura em que, pela comemoração do jornal, decidiu, naquela edição, regressar à condição de director. Ora, com todo o respeito pelo ex-jornalista e actual patrão Francisco Balsemão, que foi meu patrão durante mais de dez anos e do qual nada tenho a aponta contra, pelo contrário, a propósito do respeito pela liberdade de expressão no jornal e através dele, as regras são para cumprir, mesmo quando é, como foi, um mero acto simbólico e comemorativo. Depois, todos nós vemos com muita frequência os directores serem promovidos a administradores. E se isso é normal e não há nada na lei que o impeça, começa a fazer caminho uma certa tendência para transformar a cadeira de director num tirocínio para a de administrador e aí já me parece mais complicado. Relativamente ao caso Vieira Pereira, dizer apenas que é uma incompatibilidade prevista. É possível e é bom que se discuta a razão dessa incompatibilidade, mas ela existe e deve ser respeitada.

Ontem às 5:56 · GostoNão gosto · 1

Humberto Costa Caríssimos camaradas, acabei de receber um telefonema do Vieira Pereira esclarecendo que não é verdade que seja aquele o seu pelouro na Federação Portuguesa de Golfe. 1. os pelouros não foram ainda entregues; 2. ainda que fossem atribuídos ele tem consciência de que se trataria de uma incompatibilidade que ele não aceitaria. Julgo que isto é um desmentido à notícia e é relevante para todos os comentários anteriores e os que vierem a seguir. Ainda assim gostaria de dizer que mantenho as minhas críticas relativamente à Comissão da Carteira.

Ontem às 12:03 · GostoNão gosto · 1

João de Sousa Já que fala dos muitos jornalistas que estão a perder o trabalho António Cunha Vaz não lhe ficaria mal acrescentar qual o papel das agências de comunicação nesse triste facto. Como na generalidade das empresas a comunicação é considerada mais eficaz que a publicidade houve um transvaze nos orçamentos de marketing da PUB para a comunicação. Alguns jornalistas saem das relações e vão trabalhar para as Agências. Mas não os suficientes para absorver os que perderam o trabalho. Hoje assiste-se ao fenómeno vagamente ridículo de ter pseudo conferências de imprensa com mais anfitriões que jornalistas. E como as receitas dos meios descem, em razão do referido transvaze, as relações reduzem-se ainda mais porque não há dinheiro para lhes pagar e porque metade do trabalho já vem “pronto a editar” das ditas agências. A liberdade dos jornalistas, a independência e o controle próprio sobre a agenda é que se ressentem bastante. Note que eu colaboro regularmente, enquanto jornalista, com as agências, nomeadamente com a sua. Mas dificilmente deixo que me façam a agenda.

Ontem às 12:07 · GostoNão gosto · 1

João de Sousa Onde está “relações” deveria estar “redacções”

Ontem às 12:15 · GostoNão gosto

António Cunha Vaz e faz muito bem em não deixar que lhe façam a agenda. Em primeiro, se alguém da minha agência lhe quiser fazer a agenda, como diz, por favor informe-me. Em segundo e infelizmente para mim, a sua afiramação sobre a mudança de orçamentos da publicidade para a comunicação é ainda pouco verdadeira. Há uma pequena mudança, de facto, mas é de 1 ou 2%. Quanto à redução de empregos a questão é clara e transversal a toda a economia. O mundo de falsidade em que se viveu leva a que agora as pessoas estejam a caír na realidade. O crescimento do imediatismo (nomeadamente com a internet) faz com que os chamados novos meios absorvam parte da função dos media impressos. Eu, empresário, invisto onde há retorno. Os grandes investidores (distribuição, telecomunicações, banca) investem onde há mass market. E não são os meios impressos. As agências, como lhes chama, apesar de muitas delas viverem muito de media relations, têm muito mais áreas de actuação do que essa e dão emprego a muitos jornalistas. Julgo que se deveria louvar esse facto e não criticá-lo. Na minha agência há menos de 5% de jornalistas em cerca de 80 pessoas nos vários escritórios. Mas a nossaa função não é demoníaca. o que nós somos é apenas uma externalização dos serviços de assessoria interna que as empresas querem externalizar (como agora se diz).

Ontem às 12:19 · GostoNão gosto

João de Sousa Note que eu tenho uma boa relação com as Empresas que fazem Outsourcing de comunicação, se prefere assim. No meu sector o transvaze anda mais pelos 50%, daī o sistemático encerramento de meios e contração das redações, iniciados há dez anos a esta parte, num sector que sempre cresceu neste período. Contingências. Não penso transformar isto num tema “de vida ou morte”. Acho apenas que é um elemento que deve ser tido em conta sempre que se abordam questões como a suscitada pelo post iniciado pelo José David Lopes.

Ontem às 13:19 · GostoNão gosto · 1

Pedro Antunes Dão emprego a pessoas que foram jornalistas, certo? E não a jornalistas.
Eu não tenho problema nenhum nisso. Haja empregos para todas as pessoas.

E se arranjar um emprego bem pago e aliciante, eu entrego a carteira profissional e aceito o desafio.

O que está em causa são as “regras” a que nos sujeitamos enquanto jornalistas, ou seja, com carteira profissional de jornalista. E nisso, não cedo.
O problema é mesmo a falta de penalização daqueles que pensam ser jornalistas, mas não são.

Ontem às 13:23 · GostoNão gosto · 1

Sandra Adonis Concordo Pedro Antunes, mas é preciso perceber se o Sr. Jornalista entregou a Carteira… MESMO….

Ontem às 13:39 · GostoNão gosto · 1

João de Sousa Náo resisto a contar aqui uma das pérolas da comunicação que registou na altura um tremendo sucesso. Bastou usar a inteligência e dinheiro para “corromper” jornalistas e ditares, em todo o mundo, e obter resultados surpreendentes até para os arquitectos da acção. Alguém se recorda de quando a Renault teve a peregrina ideia de lançar um porta-bagagens? Na altura, organizou uma apresentação para os jornalistas da especialidade, no Egipto. Alojou os jornalistas no hotel Luxor e forneceu um dossiê de imagens belíssimas, daquelas que não deixam nenhum editor indiferente… Tudo isto para lançar o Chamade. Que na verdade era apenas um Renault 19 com uma mala maior. Em tudo o resto era igualzinho às restantes versões do 19. Tratava-se portanto do anúncio … de um porta-bagagens! Mas o voo em primeira, o Luxor, o turismo da agenda e tudo o mais, condicionaram fortemente a percepção dos jornalistas. E o discurso destes mais as fotos belíssimas condicionaram a perceção dos editores. Resultado, quase toda a imprensa mundial de referência dedicou 16-páginas-16, e muitos minutos de TV e radio, ao referido porta bagagens. Prodigioso, diria! Não concordam?

Ontem às 13:51 · GostoNão gosto · 3

Sandra Adonis ‎…

Ontem às 13:57 · GostoNão gosto

António José Laranjeira Marc, não é com a ERC, é com a Comissão da Carteira…

há 18 horas · GostoNão gosto

João de Sousa O mais engraçado é que o Vieira Pereira aqui há tempos estava no Jornal da SIC a dar lições de Ética aos políticos e a dizer que estava na altura de ceder o poder aos técnicos. Para quem gosta de dar este tipo de lições de moral acho que ele devia ser mais cuidadoso com o que faz. Mas não há almoços grátis, como se diz na Editoria dele, não é?

há 16 horas · GostoNão gosto

Eugenio Queiros queixinhas

há 14 horas · GostoNão gosto

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