Se não fosse a RTP…

Passos Coelho começa por culpar a RTP pelo aumento da “despesa efectiva” do Estado (e já é uma deespesa efectiva à muitos anos). “No lado da despesa, a despesa efectiva aumentou apenas em resultado de despesas extraordinárias que tiveram lugar, nomeadamente, com a RTP. Foram cerca de 226 milhões de euros, se o número não me falha, que não compara com anos anteriores”, disse.

Depois, num notável exercício de “se”, lança esta frase: “Em todo o caso, se deduzirmos essa fatia a verdade é que a despesa efectiva cai, como estava previsto e isso significa que nós estamos a controlar bem as nossas contas”.

Ou seja a despesa não cai, mas cai se… e o “se” é que é valorizado e mesmo usado num auto-elogio pelo primeiro-ministro, pois a real subida não servia…

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