Nem com apagão do Sol, Expresso vê luz ao fundo do túnel

Já há muito o tinha previsto aqui e concretizou-se. O Expresso já está a baixo dos 100.000 exemplares e terminou 2011 a perder quase 10% dos leitores que tinha em 2010, uma decadência que refecte bem o estado de quem o dirige.

O último boletim da Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem e Circulação (APCT) mostra que o Expresso nem sequer soube aproveitar o apagão do Sol, que já pouco mais vende do que papel suficiente para embrulhar as prendas de Natal lá em casa… Nem com um concorrente directo de tão fraca luz Balsemão conseguiu colocar o Expresso a vender mais e, assim, cada vez mais negro está o  futuro de um semanário que em tempos foi visto como uma referência… Hoje é mais visto como uma deferência: “Deixem lá o Sr. Balsas brincar aos Merdia…”

 

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